


O trabalho investiga as relações entre corpo, rua e reinvenção a partir de elementos ligados à cultura popular afro-brasileira. O lenço de seda com a frase “navalha não corta seda” aparece como símbolo de desvio, flexibilidade e resistência diante das tensões da vida urbana. A partir da figura do malandro, o trabalho aborda práticas culturais ligadas à improvisação, circulação e sobrevivência na cidade. A obra busca refletir sobre modos de existência e estratégias cotidianas presentes nas experiências urbanas, questionando visões fixas sobre arte, cultura e marginalidade.
Tecido de seda com impressão em silkscreen, 18cm X 18cm, 2024.
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